Mostrar mensagens com a etiqueta Comida tailandesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comida tailandesa. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O Vencedor


A agendada reunião do Conselho de Segurança, reunido para discutir o conflito que envolve a Tailândia e o Camboja, aconteceu na noite de Segunda-feira em Nova York mas pouco produziu.

Como num jogo de futebol todos ganharam.

A Tailândia porque conseguiu que o CS não se envolvesse demasiado a ponto de enviar uma força de "peacekeepers"que ocupassem a área em disputa e afastassem os dois exércitos, como era solicitada pelo Camboja.

O Camboja ganhou porque conseguiu, finalmente, que o CS discutisse o assunto e também porque a recomendação saída da reunião aponta para uma mediação de terceiros, a presidência da ASEAN, aliás perto de uma possível interpretação do artigo 23 da Constituição da Associação.

A Indonésia, envolvida enquanto Presidente em exercício da ASEAN, também ganhou porque vê aumentar a sua já reconhecida capacidade para liderar na região. O MNE Marty Natalengwa aparece neste momento como uma pedra fundamental e quando convocou para o próximo dia 22 uma reunião extraordinária dos seus colegas da ASEAN, com o objectivo de discutir o conflito entre os dois membros, marcou definitivamente o ritmo ao qual os factos deverão acontecer e posicionou a associação num patamar superior ao que sempre nos habituou.

Para mim o único vencedor neste momento é a ASEAN pois cria-se um precedente com a reunião do dia 22. A ASEAN segue, bem ao contrário da União Europeia, o principio de total não interferência nos assuntos internos de um país. É raro ver a ASEAN ou o seu secretariado saírem em ajuda de qualquer assunto interno num estado membro com medo de tal passo poder ser mal interpretado do ponto de vista político. O actual secretário-geral, Dr. Surin Pitsuwan, um ex MNE tailandês de grande prestígio, tem vindo a tentar elevar quer a capacidade de acção quer de intervenção do seu "escritório" mas tudo tem sido feito com pinças de penas devido às sensibilidades entre os estados membros.

Pode afirmar-se que a primeira vitória obtida foi quando foi possível a ASEAN ter um papel determinante na ajuda humanitária após o ciclone Nargis na Birmânia e o actual momento pode considerar-se o segundo passo do fortalecimento da imagem do secretariado tão bem apoiado pelo MNE Marty.

Quem por certo perdeu naquele encontro de Nova Iorque foram a Tailândia e o Camboja pois pouco passavam 5 horas sobre o comunicado final onde era dito ás partes que o primeiro passo era o estabelecimento de um cessar-fogo, para eclodirem de novo escaramuças na fronteira causando vários feridos em ambos os lados.

O facto de o CS não ter emitido mais do que uma recomendação não faz das partes violadoras dos princípios da carta das Nações Unidas mas diz bastante das "boas" intenções dos negociadores e/ou da sua capacidade de transmitir às forças no local os seus desígnios.

Os jornais de ambos os países, com relevo para os tailandeses (já que os cambojanos não necessitaram tanto de propaganda interna), dedicam grande parte dos seus escritos a enaltecer a "vitória" do governo Abhisit e a requerer que os cambojanos regressem à mesa das negociações. Lembre-se que estes sempre disseram Não pois acusam o sistema legal tailandês de ineficiente, e as reuniões de inúteis, já que as minutas das reuniões de 2008 (!) ainda estão por aprovar travando todo e qualquer progresso. De um lado os tailandeses pretendem continuar neste jogo arrastando a questão mas alegando que se está a negociar e portanto nada mais deve ser feito, enquanto os cambojanos recusam visto quererem avançar com o processo do templo junto da UNESCO e dizem não poder esperar pela burocracia tailandesa.

Veremos agora o resultado da reunião dos MNE da ASEAN a 22 de Fevereiro mas o certo é que esta é já por si uma vitória da associação, da sua Presidência e do seu secretariado.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Fios de Ovos Tailandeses


Com a devida vénia a Elsa Resende da Agência Lusa, aqui fica um dos seus trabalhos feito aquando da visita ao país de um grupo de jornalistas portugueses, organizada pela Embaixada da Tailândia em Lisboa.

Portugal/Tailândia: O país dos queques e dos fios de ovos

Lisboa, 12 Jun (Lusa) - Por "culpa" dos portugueses, os primeiros europeus a chegarem à Tailândia, os tailandeses comem queques e fios de ovos, nome por que são também conhecidos os jogadores da selecção de futebol das "quinas".

Os doces genuinamente tailandeses são confeccionados com arroz e leite de coco.

Maria de Guiomar Pina, filha de uma portuguesa e de um japonês, resolveu baralhar os tailandeses, introduzindo na sua gastronomia doces feitos com açúcar e ovos.

Os portugueses aportaram ao antigo Sião em 1511, quando o governador da Índia, Afonso de Albuquerque, enviou à capital do reino, Ayutthaya, um embaixador, Duarte Fernandes.

Maria de Guiomar Pina pisou território tailandês anos mais tarde, no século XVII, para fugir à perseguição aos católicos no Japão.

Casou-se com o grego Constantino Phaulkon, que se tornou confidente pessoal e primeiro-ministro do rei siamês Narai.

Com a morte do marido, que foi executado por o Sião temer uma tomada do poder por parte da França devido às fortes relações de Phaulkon com o rei francês Luís XIV, a luso-japonesa foi integrada na corte siamesa, onde, nas cozinhas reais, transmitiu a receita dos fios de ovos e queques, que ainda hoje são confeccionados artesanalmente em Thon Buri, numa das margens do rio Chao Phraya, em Banguecoque.

"Os queques apresentam formato semelhante aos nossos [portugueses], sendo o sabor ligeiramente diferente", refere a historiadora Maria da Conceição Flores, autora de "Os Portugueses e o Sião no Século XVI".

Também os fios de ovos, uma sobremesa fina usada em festas e celebrações religiosas especiais, como a ordenação de monges budistas, têm na Tailândia um paladar distinto dos de Aveiro.
"São feitos com ovos de pato e não de galinha", aponta o embaixador José Melo Gouveia .

"E podem levar aroma de jasmim", adianta Ganjanawan Grabgraigaew Cirne, co-proprietária de um restaurante de comida tailandesa em Lisboa que deixou a Tailândia, onde nasceu, para casar com um português com quem vive há sete anos.

Ora, é pelo nome de fios de ovos, "Foi Tong" em tailandês, que os jogadores da selecção portuguesa de futebol, são chamados, conta, por sua vez, Nuno Caldeira da Silva, conselheiro político da União Europeia radicado há cinco anos em Banguecoque.

Mas, se a origem portuguesa dos doces com ovos na gastronomia siamesa é consensual para lusos e tailandeses, o mesmo já não se pode dizer da comida picante.

Para os tailandeses, a malagueta chegou à Tailândia no século XVI pela mão de missionários cristãos portugueses que serviam no Brasil.

O investigador Miguel Castelo-Branco, a residir há cerca de dois anos em Banguecoque onde prepara a sua tese de doutoramento sobre as relações diplomáticas entre Portugal e a Tailândia no período 1782-2009, dá outra versão.

"O picante da comida tailandesa é originário", desde o século XII, "da Índia", aonde os portugueses aportaram três séculos depois, em 1498.

A sua chegada à Tailândia só ocorreu passados 13 anos.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

A Comida Tailandesa

Outro dia dizia-me um amigo que deveria escrever mais sobre a Cozinha Tailandesa, os seus sabores e as variedades que se apresentam.

Presunção!?Aquilo que eu mais conheço da comida tailandesa é que sabe bem, que tem uma enorme variedade de sabores e misturas destes, mas chegar ao ponto de poder começar a argumentar e escrever sobre ela vai uma grande distancia.

Mas hoje ao ver os jornais compreendi melhor a sugestão deste meu amigo.

Na primeira página do The Nation aparece o primeiro Ministro Samak Sundaravej a servir "khao na kai" , ou seja frango estufado com arroz, que ele próprio preparou para as tropas estacionadas na zona de tensão na fronteira entre a Tailândia e o Cambodja.

Como eu escrevo, por dever de ofício e também por gosto, quase todos os dias sobre a política neste país e o PM é um exímio cozinheiro compreendi a relação existente. Este prazer do PM pode vir a sair-lhe caro visto estar em investigação se ele recebia ou não dinheiro pelo programa culinário semanal que tinha na Televisão e que manteve enquanto era Governador de Bangkok. Os detentores de cargos políticos não podem ter outra fonte de rendimento para além daquele que auferem pelo exercício do posto. O PM alega que nunca recebeu nada visto o dinheiro devido a ele como apresentador era pago directamente a uma Associação Beneficente que cuida de cães abandonados. Contudo na maioria das vezes as decisões dos Tribunais nos casos que envolvem políticos são ainda mais polémicas do que o próprio caso em si.

O PM com esta atitude "conquistou os corações" das tropas estacionadas perto de Prasat Khao Phra Viharn e por certo algum espaço no tempo conturbado que vive.

Uma nota aparte para chamar a atenção para a palavra Khao que usei duas vezes para significar arroz e montanha. A escrita em Tailandês é diferente mas a forma fonética de representar em caracteres ocidentais é semelhante e o som para nós quase igual. Claro que para os tailandeses "é muito diferente". Já agora khao pode ainda querer dizer, noticia, branco, pelo menos daquilo que sei desta tão complexa língua.

Voltando aos tempos difíceis do PM, hoje era para ser decidido na Comissão Eleitoral o envio para o Ministério Público do caso da possível dissolução do PPP, o Partido líder da coligação no Governo, facto que foi adiado por uma semana, mas que levará, de acordo com a Constituição em vigor, à mais que provável dissolução do Partido e ao banir por cinco anos os direitos políticos aos 34 executivos do Partido. O processo demorará por certo quatro ou cinco meses mas a decisão final é mais do que conhecida e por isso começam-se a preparar os possíveis cenários pós dissolução.

Deputados do PPP querem que o PM dissolva o Parlamento antes da decisão judicial, o que lhes daria tempo par, em conjunto, criarem um novo Partido para concorrer às novas eleições, mas o PM, sabendo que os seus dias estão contados, como Executivo do Partido - seu líder - ficará impossibilitado de exercer cargos políticos, quer adiar o mais possível a situação e continuar como nada de novo existisse, quem sabe esperando pela intervenção suprema ou como já foi admitido tentar um golpe de Estado em seu favor, ele que está a tratar os militares com algum "excesso" de cortesia.

Decorre neste momento a reestruturação militar, como todos os anos acontece a 1 de Outubro, e o PM tem dado total liberdade aos militares para decidir o seu destino ainda por cima sendo ele também Ministro da Defesa o que é uma inovação na Tailândia onde todos os anos os mais variados interesses políticos se imiscuem nesta reestruturação. Diga-se que isto ocorre anualmente devido ao atingir do limite de idade dos oficiais superiores e à sua passagem à reforma como já referi anteriormente.

Entretanto hoje o PAD, a quem já ninguém liga muito visto estarem "acampados" quase que à três meses em protesto contra tudo e todos, desfilaram até à Embaixada do Reino Unido entregando uma carta ao Embaixador solicitando que aquele país não conceda asilo político a Thaksin Shinawatra.

Cerca de 10.000 desfilaram até lá e neste momento já deverão ter regressado ao "acampamento". Continua a não ser muito claro quem anda a pagar este agrupamento visto os seus lideres não serem indivíduos de grandes posses. São abastados mas não o suficiente para grandes aventuras daí o perguntar-se quem anda a pagar esta gente que há três meses nada faz a não ser barulho.

A outra grande notícia foi o facto de um dos medalhas de bronze em Atenas no Boxe, ter perdido ontem o combate para essa mesma medalha contra um Cubano que o bateu de forma clara. Ao menos, contrariamente a outros que conhecemos, bateu-se e lutou, apanhando mais pancada do que a que deu mas saiu de cabeça bem erguida embora chorando como uma Madalena. Já agora refira-se que a atleta Tailandesa medalha de Ouro no halterofilismo depois de terminar a sessão de imposição da medalha a primeira coisa que disse foi pedir desculpa por não ter conseguido bater o recorde do Mundo que tentou. Feitios!

E ainda não foi desta que falei da Comida Tailandesa, mas é melhor aprecia-la do que falar dela. Faz me lembrar aquele restaurante no Algarve que quando se pede a lista o dono diz " Mas o Senhor veio aqui para ler ou para comer?".

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Tailândia em Portugal


O numero de negócios tailandeses em Lisboa tem multiplicado ao contrário daquilo que acontece aqui em Bangkok onde não se consegue comer uma sopinha portuguesa se não for em casa de um dos poucos portugueses que aqui estamos.

Mas a questão não está no numero de tailandes que estão em Portugal, pois isso anda à volta de 100, mais ao menos o mesmo que os portugueses aqui, o que acontece é que os portugueses que estão na Tailândia na sua maioria estão a trabalhar em empresas multinacionais e os tailandeses em Portugal estão ali por razões de família ou de estudo (há mais estudantes tailandeses em Portugal do que aquilo que podemos pensar) e acabam por abrir pequenos negócios. Existe também o caso de portugueses que, encantados com os cheiros e sabores da Ásia, se decidem em experimenta-los em Lisboa.

Por isso só nos podemos queixar de nós próprios, o autor incluído, por não haver um cantinho de Portugal aqui em Bangkok a não ser os, já famosos na Ásia, pasteis de nata e o Flamingo Flamed Chicken, o nome local para a cadeia Nando, que vende o frango assado português.

Nesta minha visita a Lisboa regressei ao Sukhothai, onde se come sempre bem, ao Banthai, outro expoente da boa cozinha tailandesa, fiz uma excelente massagem no Medithai um novo local no Parque das Nações extremamente bem decorado e com massagistas tailandeses e preços acessiveis.

Para além disso existem dois novos restaurantes "thai", os Sete Pecados (não sei de onde tiraram o nome pois não tem nada de tailandês), em Lisboa, e o Kwantha em Cascais, a par do Sawasdee, mas não tive a oportunidade de experimentar nenhum deles desta vez.

Para mais informações por certo podem ligar para a Royal Thai Embassy em Lisboa 21 3014848 onde existe à disposição um pequeno livro com todos os restaurantes tailandeses em Portugal e Espanha.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A comida do Nordeste

Não é possivel terminar a minha descrição da viagem pelo Nordeste tailandês sem me referir á comida e por duas razões.

Comer é o desporto nacional e a comida Issan é a mais famosa e mais picante no pais.

Comer para os tailandeses é como que respirar. Comem quatro, cinco, seis ou mais vezes ao dia, isto é, sempre que têm fome ou vão a casa de alguém. Quando se vai ter com um amigo, vai-se comer. Debicar aqui e ali mas sempre comer um pouco. Comer é simultaneamente um acto social de grande importancia pois é aqui que as pessoas se encontram. Nunca se entra numa casa na Tailandia sem que nos não seja oferecido algo de comer e de beber. Será mesmo quase raro que não esteja alguém a comer nesse momento. Pelo menos das minhas esperinêcias há sempre alguém que está a comer e logo convida para nos juntarmos.

A comida é colocada no centro, normalmente num tapete de palha no chão, de tal modo que cada um tenha acesso a ela e vá comendo e conversando com os outros convivas. Os tailandeses nunca se servem muito para o prato. Neste há arroz e depois vai-se, com a propria colher com que se come, buscar á "travessa" uma pequena porcão de comida que se come misturada com o arroz.

Assim se come neste pais.

No Nordeste o arroz mais comum é o Khao Niaw (arroz pegajoso) que se tira de dentro de cestos de verga práticos para levar o arroz, base de toda a alimentacão, quando se vai para o campo trabalhar. O Khao Niaw é cozido durante horas em vapor num recipiente, tambem de palha e usa-se um tipo de arroz diferente daquele a que estamos habituados.

Como disse os pratos do Nordeste da Tailandia são talvez os mais famosos e também os mais picantes. Muito á base de aquilo que se chama aqui saladas ( Yam ) e de condimentos que "avivam" os sabores como a cebola, o chilli, o aipo, o coentro e o fish sauce.

Na Tailândia não se usa sal para temperar a comida e o fish sauce (molho de peixe) faz essas funções seja para pratos de peixe ou de carne. Para além disso usa-se açucar de modo que corte um pouco aquilo que para nós é o sabor a salgado. Aliás os tailandeses nao gostam nada de comida salgada. Picante sim salgada não
.
Tom Yum Kung é uma das principais sopas e é extremamente deliciosa (aroi) devido á prsença na sua confecção de erva limão (lemongrass) e galagal. Normalmente é feita com peixe ou camarão, Tom Yum Pla ou Tom Yum Kung, havendo ainda Tom Yum Talay ou seja com frutos do mar nomeadamente lulas (pla mueak) que existe muito por aqui.

Para acompanhar, para além do Khao Niaw, uma boa Salada de Papaia Verde, Som Tum, bem picante com aqui se faz, e onde se mistura a papaia verde, com malaguetas, tomate, umas vagens tipo feijão verde, amendoins, caranguejo, lima tudo muito bem batido com um pilão (tum) e regado de fish sauce e açucar. Uma delícia e óptima para "limpar" os estomâgos mais delicados.

Também aconselhável será uma salada de carne de porco picado, Larb Moo, um dos meus pratos favoritos, onde se junta farinha de arroz, carne de porco (moo) picada (também se faz com frango -gai- ou vaca - nuea), cebola tipo challote, malaguetas verdes, hortelâ e como sempre fish sauce.
As rodelas de pepino e a couve crua que vêm na travessa são para "aliviar" do picante normalmente associado ao Larb.

Todos estes pratos são comidos em simultâneo com o arroz e acompanhado, muitas vezes por whisky tailandês. Este não aconselho pois é de baixa qualidade e alto teor alcoólico. Se não há whisky há cerveja também bastante popular no país.

Para terminar um pouco de Khao Niaw Mamuang, ou seja sticky rice com mango e leite de côco que é um iguaria de comer e chorar por mais ou então experimentar alguns dos doces portugueses trazidos para aqui no século XVII por uma japonesa, Maria Guiomar, de ascendência portuguesa cujo marido, um grego, foi Primeiro Ministro do Rei Narai. O mais conhecido desses doces é o Foi Tong, literalmente fios de ouro, e que eles fazem como pequenas trouxas enroladas. Sem querer ser anti patriotico, estes são melhores pois são um pouco menos doces do que as nossas trouxas. Pelo menos par mim que não sou guloso.

Como na Tailândia tudo se liga á comida a nosa selecão de futebol é conhecida pelos Foi Tong.

Apesar de comer ser o desporto nacional, e com milhões de adeptos, os tailandeses não são gordos, embora agora também comece a existir a nova geracão fast food americana, já que a comida tem poucas gorduras e é muito rica em vegetais.

Agora só falta ir experimentar um dos muitos restaurantes tailandeses espalhados pelo Mundo e saborear esta comida deliciosa e que tal acabar com um bom cubano.