segunda-feira, 4 de julho de 2011

Abhisit Vejjajiva

Abhisit Vejjajiva, o líder do partido Democrata acaba de anunciar a sua demissão da liderança depois do revés sofrido ontem nas eleições gerais.

Abre-se agora um novo círculo para o mais antigo partido do país que apesar dos seus 65 anos de idade e tido por ser o partido da elite tem sempre grandes dificuldades em ganhar eleições no país pois nunca consegue atrair os eleitores do norte e nordeste do país onde se concentra a grande maioria da população.

A última vez que os Democratas ganharam eleições foi em 1992, contra o General Chamlong, actual líder dos amarelos do PAD, e mesmo assim foi uma vitória escassa e envolta em inúmeras controvérsias.

Está assim aberto o caminho para uma renovação do partido e aquele que sempre tem sido apontado como sucessor é o actual Ministro das Finanças Korn Chatikawanij antigo colega de Abhisit no Reino Unido e CEO da J.P.Morgan (Thailand) antes de se dedicar á política. Korn é visto por muitos com a mesma imagem de Abhisit pelo que se vier a suceder-lhe não será de crer que o partido mude de rumo.

6 comentários:

Anónimo disse...

E tempo do General Chamlong, despir a camisola amarela e manter-se na sua propriedade, na província de Kanchanaburi, tratar dos cães vadios ali asilados e não voltar à arena política e causar mais problemas (com mais de 20 anos) ao povo tailandês.
Olho Vivo

Anónimo disse...

Não se diz ou escreve "perca do partido Democrata", mas sim, "perda do partido Democrata.".

Perca pode ser uma palavra usada, desde que V. pândega Excelência se refera a um "peixe dos lagos e dos rios mansos, com duas nadadeiras (a primeira espinhosa), voraz, de carne muito apreciada".
http://www.dicio.com.br/perca/
Se for assim, poderá ter razão, até porque estas "percas" colam que nem lapas à figura dos seus queridos amigos Shinawatra. A primeira, a espinhosa, será o ladrãozinho e assassino exilado e a segunda, a da carne tenra, à maninha (que afinal parece que não é mana, mas prima ou antes pelo contrário) que remotamente talvez saiba ler.

Taxista China Culatra,
Tiffany, Patáia

Nuno Caldeira da Silva disse...

Obrigado pela perca, opps perda, de tempo. Já entendi que o cobarde (visto não assinar) voltou a grunhir. Fiquei também a saber que o ilustre "doutor" (desculpe não usar maíuscula mas tão pequena pessoas não merece)nunca se enganou na vida. O dono da verdade universal Quanto à "mana" se sabe ler ou não, não sei mas pelos vistos sabe o suficiente para ter sido aprovada nos Doutoramento que fez nos Estados Unidos e para ser uma das mulheres de maior sucesso na vida empresarial tailandesa.Desse modo é uma pessoa que já criou riqueza e fez coisas na vida porventura muito mais do que os cobardes que se escondem atrás de máscaras ridículas. Repare que digo porventura pois aos vermes rastejantes e anónimos, como você, nunca lhes vimos a cara e assim não os podemos comparar mais do que com um monte de lixo.Mas como penso saber quem é posso dizer que se lhe via a cara e a voz doce quando necessitava ou de dinheiro ou de favores. São assim todos os seres sabujos e reles que se pavoneiam por este mundo.

Nuno Caldeira da Silva disse...

Li agora para a+i umas 10 vezes o texto que escrvi. É certo que contem erros, não sou um escritor, mas NÃO VI UMA VEZ A PALAVRA PERCA NEM PERDA. O cobardolas do anónimo para além de ser um verme como escrevi (isso sim) é cego ou anda tão atormentado que vê PERCAS por todo o lado. Pobre diabo!

Jose Martins disse...

Não me será dificil advinhar o nome do vilão, anónimo, que igualmente investiu contra um dos meus blogues a provocar-me e ir contra a liberdade de minha expressão de pensamento.
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Poderá ser o mesmo Filipe Maldonado que de quando em altura bem dificil que se passava em Banguecoque me pedia para o levar a Ayuthaya e assim como lhe fornecer o número de telefone de Nuno Caldeira da Silva.
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Vasculhei por todos os lados e verifiquei que havia, de facto, um Filipe Maldonado no Brasil e com e-mail diferente.
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Há anónimos que entram de tamancos e não de pantufas em qualquer espaço que o tomam, desde então, deles.
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Usam, ilusóriamente, as vozes narcisistas em que tanto amam os deuses e os diabos. São de todos os partidos: monárquicos, anárquicos, republicanos e o raio que os parta.
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Não têm partido nenhum, tão-pouco onde mora a dignidade. Traiem os que lhe deitaram a mão e com o fito de lhe tomarem o lugar e destrui-lo na primeira oportunidade.
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E mesmo depois de o destruir ainda tentam, mais uma vez, manhosamente aliciá-lo e continuar o seu caminho de mal-feitor que até se senta à sua mesa e lhe enche o bandulho.
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Eu enchi-lhe a pança, inocentemente, a esse malandro que na minha mesa não se cansou de vomitar contra outra pessoa que, como eu, lhe encheu o bandulho de comida e bom vinho.
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O malandro, estava a sacudir a água do seu capote e atirar as culpas para outros da maldade que eu foi vítima.
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Há se eu soubesse... há se eu soubesse que ele era o vilão que me tinha traído, não sairia a porta de minha casa sem levar uma malha de bengaladas no costelado... Desapareça da cena anónimo desta terra e procure outra porque nesta as suas investidas malabaristas chegaram ao fim!
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Olhe procure o Sócrates aquele a quem você escrever (já falido como você) para o manter neste Reino que você tanto gosta e com lugar para todos quando se portam como gente e não como canalha que você foi!
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Não desfie as contas do rosário da política de um país que não é seu mas pertence aos que aqui nasceram.
A sua voz neste país é igual a MERDA!
José Martins

Nuno Caldeira da Silva disse...

Não é meu hábito abrir este espaço a polémicas já que ele pretende ser sómente informativo e nada mais, mas sinto nojo pela cobardia e por aqueles que de tudo são capazes para abjectos desígnios. Sabendo quase a 100% quem é o verme rastejante que está por detrás dos escrito, deixo que o comentário acima apareça.